História do Monza no Brasil

História do Monza no Brasil.

O Brasil da década de 80 foi sem dúvida bastante inovador no quesito automóveis, diversos lançamentos chegavam ao pais, as montadoras investiam pesado na produção dos modelos, nas vendas e nas propagandas.

História do Monza no Brasil

A história do Monza no Brasil será contada nesse artigo, por isso preste bastante atenção.

História do Monza do Brasil

O Monza da montadora Chevrolet chegava ao pais nesse período, foi considerado o carro médio que se vendia como o “luxo acessível” para época. Foram quase 15 anos de produção nacional e com uma produção total de 850 mil unidades, número considerável para o período e também em relação a concorrência da época que era bem grande.

O modelo teve para a escolha do seu nome a inspiração no famoso circuito italiano da cidade de Monza, onde era conhecido mundialmente pelas suas corridas.

Lançamento

Logo no lançamento, o Monza ficou entre os veículos mais vendidos no país e com o passar do tempo sua aceitação no mercado foi crescendo e atingiu bons números para a montadora. Nos anos de 84, 85 e 86 o modelo foi considerado o modelo mais vendido no país, superando marcas importantes conquistadas pelo Fusca e o Chevette.

Seu design era moderno, foi baseado na terceira geração do Opel Ascona, um modelo alemão lançado em 1980, possui linhas retas, frente em cunha, motor transversal e tração dianteira. Na Europa e Estados Unidos, o modelo chegou com outros nomes entre eles, Chevrolet Cavalier, Vauxhall Cavalier e Cadillac Cimarron.

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No ano de 1982 o Monza chegava ao Brasil, apenas na versão hatchback com três portas, sendo duas laterais, mais a do porta-malas, que dava acesso ao carro. Com 4,26 metros de comprimento, nas opções de acabamento básica e SL/E, com câmbio de quatro marchas, motor 1.6 de 73 cavalos a gasolina e 72 cavalos a álcool.

Era considerado um motor tão moderno que sua estrutura também foi usada no Astra, na Zafira, no Vectra, na Meriva e no Corsa, embora com o passar do tempo estejam condenados à extinção.

O interior do Monza não deixava nada a desejar aos demais carros da época, vinha com bancos reclináveis, retrovisor com comando manual interno e rádio.

Motor

Em 1986 o Monza ganhou a opção de um motor mais forte, na versão 1.8 de 86 cavalos a gasolina, ganhou também cambio de cinco marchas e uma versão sedã, com porta-malas aparente e maior que o hatch em comprimento (4,36m). Esse lançamento foi o grande responsável pela consolidação do Monza no Brasil.

Com isso, foi eleito o Carro do Ano pela revista Auto Esporte logo no ano de seu lançamento, e depois seria eleito outras 2 vezes mais, além de ser o carro mais vendido do pais durante três anos consecutivos.

Versões

Em 1986 era lançado o Monza Classic, uma versão com câmbio automático e considerado o mais luxuoso até então. Em 1991 era a última tentativa de manter o Monza moderno, com o lançamento da segunda geração do modelo, que deu certo durante cinco anos no mercado, mas aos poucos as vendas e o sucesso foram caindo.

Em meados de 1996 o Monza deixava de ser produzido, e foi sucedido no mercado pelo Chevrolet Vectra, lançado no Brasil em 1993, sem muito sucesso. Entretanto, o sucesso da segunda geração do Vectra, em 1996, decretou o fim do Monza.

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